1. Seu companheiro(a) envia uma mensagem de texto pelo celular dizendo que surgiu um imprevisto no trabalho e, por isso, não poderá sair com você esta noite. Como você reage? Sabe que seu parceiro é responsável, e envia-lhe um beijo como resposta. Acha ótimo. Você também não estava com muita vontade mesmo de sair hoje. Pega a pipoca e fica embaixo do edredom vendo seu filme favorito. Acha péssimo. Afinal, já é a segunda vez na semana que desmarca um compromisso com você, que deveria estar acima de tudo, inclusive do trabalho. Fica furiosa. Imagina que é uma mentira dele (a) para ir a uma festa sozinho (a).
2. Você encontra um número de telefone no bolso do casaco dele(a). O que faz? Você nunca remexe as coisas dele(a). Não dá importância. Rapidamente esquece e não pergunta nada. Sente curiosidade e vai correndo perguntar de quem é aquele número. Afinal, precisa saber o que seu companheiro (a) faz e diz o tempo todo. Já imagina algo ruim imediatamente, mas não pergunta nada. Prefere preparar uma armadilha para descobrir o que anda escondendo.
3. O que acha dos amigos dele(a)? São companheiros e divertidos. Não os conhece muito. Não gosta, mas acha que isso é assunto dele (a), não seu Levam seu parceiro (a) para o mau caminho, e incitam-no (a) a fazer coisas que não deveria. São péssimas influências.
4. Você liga para ele(a) e, do outro lado, atende uma voz desconhecida. Como você reage? Com toda naturalidade, pergunta quem está falando e pede para que lhe passem o telefone. Não se preocupa. Imagina que ele (a) está na casa da mãe, e um parente pode ter atendido o telefone. Deixa um recado para que ele(a) ligue quando puder, e nem lembra de perguntar com quem está falando. Fica aborrecida(o), porque já repetiu mil vezes para ele(a) não deixar o telefone com ninguém. Já se altera e começa a insultar a pessoa que atendeu o telefone. Quando se acalma, percebe que havia discado o número errado.
5. Vocês estão juntos em um bar, e você vai ao banheiro. Quando volta, vê seu parceiro(a) conversando com uma mulher muito atraente. O que pensa? Nada. Afinal, ele(a) é uma pessoa encantadora, e você se sente mais orgulhosa(o) por ele(a) ser tão popular. Não dá importância. Não permite que ninguém se aproxime. Não deixa seu parceiro(a) um minuto livre quando está com você, para que ele(a) lhe dedique toda a atenção. Não gosta do que vê. Imagina logo que está havendo algo a mais naquele encontro. Vai até eles, tira seu parceiro(a) de lá e segue para outro bar aonde podem ficar a sós.
6. Ele (a) se arruma mais do que o habitual e lhe conta que vai a um jantar de trabalho. Você: Deseja-lhe sorte, comentando que ele(a) está muito bem. Ótimo! Você também poderá sair com os amigos. Não se sente bem, pois havia preparado uma receita especial para ambos. Se disfarça, e vai averiguar se ele(a) está falando a verdade.
7. Se ele (a) tem uma amizade do sexo oposto, você imagina que... É absolutamente normal. Afinal, estamos no século XXI, e já está claro que homens e mulheres podem ter uma amizade sem que haja qualquer outro interesse. Não a(o) conhece muito. Você é amiga(o), companheira(o)... É absolutamente tudo na vida dele(a), e ele(a) não precisa de mais ninguém. Por mais que tente se convencer do contrário, você ainda acredita que existe algo mais nessa relação. Não é possível existir amizade entre sexos opostos sem sexo.
8. Se um dia ele(a) fala com você entusiasmado sobre uma colega de trabalho, você... Sente vontade de conhecer essa pessoa que ele(a) fala tão bem. Ultimamente vocês quase não têm conversado. Acha que ele(a) só deve falar bem de você. Começa a perguntar sobre a vida dessa pessoa, e não gosta nem um pouco da maneira como ele(a) fala.
9. Você sabe com quantas pessoas seu parceiro (a) se relacionou antes de você? Não exatamente. Não tem a menor idéia. Não sabe e nem quer saber. Só importa que agora ele(a) está com você e nada mais. Claro! É preciso estar preparada(o) para tudo. Há qualquer momento pode surgir algum do passado, e é necessário estar atento.
10. Você diria que confia plenamente em seu parceiro(a)? Sim. A confiança é o que mais importa em uma relação. Sim. Se não plantá-la, não se pode colhê-la. O suficiente. Não. A carne não é racional.