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CUIDAR DE IDOSOS 

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Não basta prescrever
O que os pacientes podem, por direito, exigir dos médicos na hora da consulta
da redação
29/06/2010  
 

O médico ouve os sintomas, faz anotações, prescreve a medicação. O paciente, muitas vezes, não entende, tem dúvidas, mas não pergunta. Segundo os Conselhos de Medicina, o descompasso nas relações médico e paciente é fato. Especialista diz o que cabe a cada um na hora da consulta e durante o tratamento.

O Código de Ética Médica prega a transparência: os pacientes têm direito a informação clara e precisa sobre o diagnóstico, a perguntar sobre o próprio caso, a levar um acompanhante, a ter acesso aos dados de prontuário, a conhecer as opções de tratamento. Podem, e devem, discutir com o médico sobre uma segunda opinião. O Código garante, ainda, o segredo das informações.

Roberto Luis DÁvila, corregedor do Conselho Federal de Medicina, diz que o primeiro passo para que o paciente tenha um atendimento digno é conhecer os seus direitos. “Quantos pacientes já se sentiram constrangidos durante uma consulta médica por não entender o que o especialista estava dizendo? A falta de uma comunicação efetiva em uma consulta médica gera desentendimentos e até rancores. Só que o próprio paciente também é responsável nessa relação”, afirma.

O paciente deve perguntar sem medo. O médico deve esclarecer sem arrogância. Esse é o princípio a ser seguido, defende o corregedor. O médico deve ter sensibilidade para reconhecer e diferenciar as necessidades de cada paciente. “A escolha final, tanto do profissional quanto do tratamento a ser seguido, é do paciente", explica D’Ávila.

 
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luciléia
21/7/2010 18:37:00
trabalhei dez anos em saúde pública aqui em mogi das cruzes, e posso afirmar que muitos médicos só servem para assinar atestado de óbito ou trocar receitas. trabalhei todo esse tempo lá por causa de minha idade, ^n aceitam pessoas mais velhas em serviços particulares. digo com certeza, n tenho saud
 

 
 
 
 
 
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