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| Cefaléia |
| O que provoca e como tratar o problema que afeta a maior parte dos idosos |
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da redação |
05/01/2010
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Estima-se que cerca de 99% das mulheres e 93% dos homens já tiveram dor de cabeça no mínimo uma vez na vida. A cefaléia pode vir na forma daquele incômodo no final do dia, ou até mesmo de graves crises de enxaqueca. Apesar de parecer inofensiva, ela é tão perigosa quanto recorrente, já que pode ser o prenúncio de uma doença mais grave, sobretudo nos idosos. Por isso, cresce o número de pessoas que vão em busca de especialistas.
De acordo com o cefaliatra Jano Alves de Souza, da Sociedade Brasileira de Cefaléia, embora os mais velhos tenham menos dor de cabeça do que os mais jovens, a possibilidade de estar relacionada com alguma doença mais grave é maior entre os idosos. Uma simples cefaléia, por exemplo, pode estar ocultando uma hipertensão, artrite temporal ou até mesmo a doença de paget do crânio. Além disso, existem particularidades na manifestação da dor nesse público. A enxaqueca, que não é comum entre os cinqüentões, é menos característica, já que não vem acompanhada dos sintomas comuns, como vômitos e intolerância à luz.
Mas as peculiaridades não param por aí. No caso dos idosos, o tratamento também exige um cuidado maior na administração dos remédios, devido a outras doenças preexistentes e aos riscos de interações medicamentosas (mistura de drogas). "É preciso ter uma visão ampla e clínica da cefaléia na terceira idade. Cerca de 13% dos idosos têm dores de cabeça regularmente", alerta o especialista.
Não é à toa que a procura pelo cefaliatra tem crescido. Além do conhecimento específico, ele é o destino certo daqueles que já passaram por outros médicos e não resolveram o problema. "Em casos especiais, clínicos e neurologistas não solucionam a dor porque algumas vezes ela é resistente ao tratamento e, em outras, não se identifica o diagnóstico. Hoje, pela difusão da informação, o paciente procura direto o especialista", afirma. |
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quando a gente vai envelhecendo só escuta se falar em doenças. e ficamos tristes porque todos dizem que a medicina está muito adiantada, mas não se descobre cura para muitas delas. o jeito é convivermos sempre com a esperança de que não teremos a maioria delas. e esperar até deus nos chamar. |
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