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Autoestima
Descubra formas de ser mais independente e gostar mais de você
27/11/2009  
 

Por Alexandre Perlingeiro*

Tendemos, de uma maneira geral, a associar a nossa auto-estima com situações externas de nossa vida. Por exemplo, uma pessoa desempregada tenderá a ter uma baixa auto-estima. Um homem que tenha uma grande ereção tenderá a ter uma alta auto-estima. é o objeto fálico (de poder) definido por Freud. Se possuo esse objeto, sou - estou, em realidade - poderoso.

Notem que é uma decisão provisória. Se a pessoa conseguir um emprego sua auto-estima subirá e se o homem tiver problemas de impotência, sua auto-estima despencará.

Esses casos são exemplos do que eu chamo de auto-estima condicionada ou dependente. A auto-estima de uma pessoa está condicionada a fatores externos a ela e depende desses outros fatores.

A maioria de nós está nessa situação. É o que no Tantra é chamado de personalidade extrovertida, ou seja, aquele que condiciona sua felicidade a fatores externos (riqueza, prazer, poder, status, beleza, etc.). Em nível energético, os chakras estão energizados no nível mais superficial apenas, o das pétalas. Neste caso específico da auto-estima, o Manipura Chakra está pouco energizado.

A partir do nível intermediário (botão) e principalmente no nível mais profundo (raiz), a auto-estima deixa de ser condicionada a fatores externos, tornando-se incondicionada ou independente (desses fatores externos). É o aprofundamento na energização do Manipura. Nos exemplos dados, se estou desempregado, minha auto-estima não será afetada por isto. Não me sentirei pior do que ninguém por causa disso. É claro que será uma situação desconfortável que procurarei resolver (vou procurar outro emprego, afinal, preciso me sustentar). Mas isso não afetará minha auto-estima.

O inverso também é válido. Não me sentirei melhor do que ninguém se tiver uma ereção prolongada e um hiper-orgasmo - mesmo esse fato sendo algo que me deixa muito feliz, obviamente.

Nesse estágio de energização (ao nível da raiz dos chakras, não se busca o prazer nem se se afasta do desprazer. Ambos são lados da mesma moeda, situações que se alternam ciclicamente. Eu sou a testemunha que se mantém imóvel observando essas oscilações.

Aliás, nesse nível, começa a não fazer mais sentido a idéia de auto-estima pois já começa a desaparecer a identificaão com o ego. Vejam que o ego permanece, mas não estou mais identificado com ele. Se percebo que não sou o eu limitado, se sou o ilimitado, a auto-estima, que é relativa (referenciada sempre na relação com o outro), deixa de existir. Da mesma maneira como estou desapegado do ego, também me desapego da noção de ser melhor ou pior do que os outros. A onda não se considera diferente do oceano - nem das outras ondas.

A meta, portanto, é perceber que já sou independente ou antes de ser melhor ou pior do que alguém.

*Alexandre Perlingeiro é Mestre em Dakshina Tantra Yoga

 
 
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Samira
30/7/2010 09:12:00
quiserem, que dinheiro não traz felicidade, que dinheiro não é tudo, mas...fica sem dinheiro um dia pra voce ver como a auto estima balança..rs
   
Samira
30/7/2010 09:11:00
em se tratando do universo holistico, algumas coisas ficam um pouco confusas mesmo. ainda mais, para quem não estuda o assunto. mas, acho que se voce trabalhar os 7 chakras já é um caminho para sua evolução. outra coisa que acho que a auto estima desaba, é a falta de dinheiro, podem falar o que
   
ELIANE
1/1/2010 21:26:00
texto chato e confuso, não entendi nada. mostrou muita sapiencia e dificuldade de se comunicar com simples mortais: o autor precisar ativar o chakra laringeo da comunicação...
   
Evelyn
10/12/2009 07:42:00
será que eu entendi? se uma pessoa tem equilíbrio de seus chacras (pontos energéticos no corpo, segundo a medicina chinesa), ela pode administrar sua auto-estima? se puder esclarecer, agradeceria.
   
Joyce
8/12/2009 23:55:00
..independe de cultura ou idade. para chegar-se ao estagio de não se deixar- influenciar pelo externo, só após um grande plano de auto-conhecimento....
   
Dydah
4/12/2009 08:30:00
estimar-se na minha opinião, é aceitar-se com seus todos seus predicados, sejam bons ou nem tanto.assim como se estima um amigo, um parente ou um vizinho.antes de tudo devemos ser condencedentes com nossos próprios limites em todas as esferas,tentando aprender sempre, somos seres eternos............
   
Helena
3/12/2009 18:20:00
complexo, muito complexo. cada caso é um caso.
   
Deise
3/12/2009 16:16:00
as pessoas que têm baixa auto-estima estão sempre preocupadas com que os outros pensam a seu respeito.graças a deus, este não é o meu caso. gosto muito de meus semelhantes, mas pouco me importo com pensam à cerca de mim. tenho muita personalidade e acho que só assim se é feliz.
   
Leila
2/12/2009 13:07:00
honestamente embora eu ja tenha lido sobre yoga, esoterismo, sou fâ da holística e mais....mas não conseguirei comentar o artigo do dr. perlingeiro. qdo o assunto é bom, o autor é especialista, mas o assunto é explanado usando simbolos fica difícil. a maioria de nós somos leigos....
   
vasti
2/12/2009 10:04:00
com certeza temos que aprender a não deixar os fatores externos interferirem em nossa auto estima, concordo com wallace quando diz que só com o auto conhecimento poderemos chegar lá, creio que a meditação seja um bom caminho para o auto conhecimento
 

 
 
 
 
 
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